outubro 3, 2022

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Putin assinou um decreto para aumentar o número de forças armadas russas

FOTO DE ARQUIVO – O presidente russo, Vladimir Putin, participa de uma reunião televisionada com autoridades para discutir um incêndio florestal em uma casa nos arredores de Moscou, Rússia, em 24 de agosto de 2022. Sputnik/Mikhail Klimentyev/Kremlin via REUTERS

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25 de agosto (Reuters) – O presidente russo, Vladimir Putin, assinou um decreto nesta quinta-feira para aumentar o tamanho das Forças Armadas da Rússia de 1,9 milhão para 2,04 milhões, enquanto a guerra na Ucrânia entra em seu sétimo mês.

Moscou não divulgou nenhuma vítima no conflito desde suas primeiras semanas, mas autoridades ocidentais e o governo de Kiev dizem que são milhares.

O aumento incluiu um aumento de 137.000 combatentes para 1,15 milhão. De acordo com um despacho publicado no portal legislativo do governo, entrará em vigor a partir de 1 de janeiro.

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A última vez que Putin definiu o tamanho das forças armadas russas foi em novembro de 2017, quando o número de soldados de combate era de 1,9 milhão do número total de forças armadas.

Enquanto a Rússia disse que 1.351 soldados foram mortos na Ucrânia desde as primeiras semanas da campanha, a Rússia não disse quantos foram afetados na Ucrânia.

Embora a Ucrânia diga que as estimativas ocidentais podem ser pelo menos 10 vezes maiores do que o número real, pelo menos 45.000 soldados russos foram mortos ou feridos desde que o conflito – que Moscou chama de operação militar especial – começou em 24 de fevereiro.

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Kyiv tem relutado em divulgar informações sobre quantos soldados morreram na guerra, mas na segunda-feira o chefe das Forças Armadas da Ucrânia disse que quase 9.000 militares foram mortos em uma rara atualização. consulte Mais informação

A ordem de Putin não dizia como aumentar o número de funcionários, mas instruía o governo a alocar um orçamento correspondente.

De acordo com o relatório anual oficial do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, a Rússia tinha 900.000 militares ativos no início deste ano e acrescentou 2 milhões de pessoas no serviço nos últimos cinco anos.

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Relatado pela Reuters; Edição por John Stonestreet e Angus MacSwan

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